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Olha só que interessante esta casa, ou melhor, este conjunto de construções exposto na Feira Internacional para o Meio Ambiente (Fiema), em Bento Gonçalves. Executado em madeira certificada, o projeto desta vila sustentável congrega, em meio a estandes que apresentam tecnologias e pesquisas brasileiras e de 10 países, elementos arquitetônicos em torno de uma grande praça, com atividades culturais e comerciais. Até aí, nada tão diferente da disposição urbana com a qual estamos acostumados.

A diferença, no entanto, reside na organização, posta em prática a partir de um sistema colaborativo (no ano internacional das cooperativas, a ideia vem a calhar). Isso porque, nesta minicidade com práticas em rede, a preocupação com o nosso mundo tornou-se coletiva. Que tal trabalhar pertinho de casa?, sugerem os organizadores. Conseguir habitar com serviços ao alcance da gente, sem ter de percorrer grandes distâncias, também é um exercício de sustentabilidade, portanto.

A regra pra lá de verde vale também para o que a gente não vê, para o que fica nos canos, sob a terra. Segundo os profissionais envolvidos no projeto da habitação, os tratamentos da água e do esgoto não precisam ocorrer lá longe: ao serem realizados nas proximidades, poluições pontuais deixam de atingir proporções do tamanho de uma metrópole. (E aí, diante de um problema, tudo fica mais fácil de ser resolvido, não é mesmo?)

Para completar, as lâmpadas da localidade fictícia são acionadas com energia captada com a ajuda do vento ou da luz solar, distribuída para mais de uma morada. A lógica é simples: o vizinho ajuda a gente, e todos colaboram com o planeta. 

Foto: André Benedetti

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A leitura de textos sobre doenças faz parte do dia a dia de profissionais da área da saúde, não é nada demais. Nesta semana, no entanto, nos deparamos  duas vezes com textos relacionados ao cigarro, algo que chamou nossa atenção. Primeiramente, topamos com um texto que será enviado para os clientes Unimed junto com a fatura do mês. Trata-se de uma lista (grande, por sinal) de benefícios reservados às pessoas que optam por deixar o cigarro de lado. Você sabia que, 20 minutos depois da última tragada, a pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal? E mais: após duas horas, não há mais nicotina circulando no sangue do sujeito adepto à fumaça. Só esses dois itens citados no artigo já merecem a atenção de quem deseja levar uma vida mais saudável, não é mesmo?

Nesta mesma semana, no entanto, o segundo texto sobre o qual falamos no começo deste post veio até nós com informações frustrantes. As páginas 4 e 5 do jornal Zero Hora da quarta-feira (11 de abril) apresentaram uma matéria alarmante para os gaúchos. Porto Alegre, aqui pertinho da sede da Unimed Nordeste-RS, é a capital brasileira com o maior número de fumantes. Enquanto diferentes instituições trabalham para a redução da fumaça (esta cooperativa, a exemplo de anos anteriores, vai lançar nos próximos dias uma nova campanha de combate a este hábito), o número de fumantes na Capital, além de estar elevado em relação às principais cidades dos demais Estados, subiu de 21,2% para 22,6%. Para completar, em Porto Alegre também se observa o maior índice do país de pessoas que acendem 20 ou mais cigarros por dia (10,7%).  Estamos em abril, quando se comemora o mês da saúde. Que tal aproveitar a efeméride para deixar o próximo cigarro de lado?

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http://www.youtube.com/watch?v=BP948v_DXsI&context=C49c7490ADvjVQa1PpcFMebsoV0YRv28pyavcUyyBHeKnAfyuO_rM=

Fonte: TV Farroupilha

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